sábado, 17 de janeiro de 2009

Primeiro dia em Portugal, segundo dia fora do Brasil.

Sexta-feira, depois de despertar fomos almoçar (comida novamente, tudo bem o frio é grande e tradicionalmente o animal costuma acumular gordura para suportar o frio. riso)
O interessante do local escolhido para almoço neste dia foi o preço, sete euros e meio. E estava tudo incluso inclusive a bebida tudo a vontade. Tinha até vinho, mas as pessoas tomavam no máximo uma taça. Fiquei imaginando... E se fosse aí no Brasil?
No cardápio um misto de comida portuguesa com italiana e algum prato que parecia ser africano. Fui perguntar para uma moça de aparência também africana que não entendeu nada do que perguntei, nem eu entendi o que ela me respondeu...
Seguindo pelas ruas de Lisboa a pé, fomos até o Avenida da Liberdade, que em nada tem haver com a de São Paulo... Ou tem?? As ruas têm quase todas, os mesmo nome que as nossas aí no Brasil. O que mais me marcou além da arquitetura encantadora, foram as portas, um dia irei lá só para fotografá-las. Quem foi na minha casa sabe da paixão que tenho por portas antigas.
Depois de passar por vários teatros, portas, árvores, pombos obesos, folhas secas, árvores deslumbrantes e preços incalculáveis, chegamos à parte histórica da baixa Lisboa, e por falar em história aqui se respira isso, o peso da idade aqui só faz tornar tudo muito mais elegante, os prédios inspiram a volta no tempo, e até mesmo as poucas pichações parecem deslocadas e sem propósito de protestos perto da grandiosidade que impera das construções. A vontade que dá é a de transpor cada porta e desvendar os mistérios que guardam aquelas belas paredes.
Mas o passeio é rápido, o sol já se põe e são apenas quatro horas da tarde local. O frio aumenta, o objetivo é chegar ao Rio Tejo. No caminho passamos pela Praça Dom Pedro IV, No caminho passamos pela Praça dos Restauradores , Praça Dom Pedro IV , Rua Augusta, com suas lojas exibindo placas enormes escrito em bom português: SALDO ! E finalmente o Majestoso Rio Tejo. Chegamos na Praça do comércio emoldurada pelo Arco Triunfal.
Depois das fotos de praxe, e de ver o sol quase se pondo e a Ponte 25 De Abril ao fundo, aproveitamos o que nos restava do sol para pegar o eléctrico (bonde elétrico) e seguimos para Belém, tudo para finalizar o dia comendo um autentico Pastel de Belém. E foi também um autêntico português quem nos atendeu, com seu enorme bigode. A simpatia dele foi muito receptiva e passamos um momento muito agradável naquele estabelecimento repleto de turistas e cercados de azulejos azuis.

Saindo de lá pegamos o autocarro e seguimos para a estação de metro em caminho ao hotel.

Um primeiro dia para turista nenhum colocar defeito.

2 comentários:

  1. Muito bom esse blog, estou encantado pela arquitectura monumentos e tudo + irei comentar a todos AQ no BRASIL sobre vcs. +1vz PARABÉNS

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  2. Que dia lindo ai, Margô!!

    Alegria, alegria...e viva o Tejo!!!

    Muito engraçada a foto do Lisandro babando pelos pasteis de BeLém ehhehe (a 360 foi ótima!)
    Bjo pra todos!!!

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